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- Transporte de Cargas

Publicado em 02 de Outubro de 2018

Principais Tipos de Transportes Brasileiro

Você sabe quais são os principais tipos de transportes brasileiro de cargas? Na postagem de hoje, iremos abordar detalhadamente sobre o transporte rodoviário, ferroviário, aeroviário e hidroviário com base na análise da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), Ministério dos Transportes, Ministérios do Anuário e de instituições reguladoras.

RODOVIÁRIO

O rodoviário é o principal transporte utilizado no território nacional se comparado aos demais tipos. Uma boa análise do quanto esse setor têm tido uma proporção, entre 2001 e 2015, a malha rodoviária cresceu aproximadamente 40 mil quilômetros, seja em estradas pavimentadas ou não.

Atualmente, o mercado de trabalho conta com 700 mil profissionais autônomos, 156 mil empresas de transporte de carga regularizadas, 329 cooperativas, além de mais de 1 milhão de veículos trafegando pelas estradas do país. Segundo o Anuário CNT, cerca de 41,6% dos motoristas estão satisfeitos com o pavimento das estradas, porém, apenas 12,5% dos profissionais estão de acordo.

Porém, um fator que deixou evidente a fragilidade do transporte rodoviário foi a crise econômica, principalmente para o Transporte de Cargas. Muito por conta do aumento disparado de frotas e motoristas, devido à expectativa criada após a disponibilidade de crédito oferecidos pelo BNDES. Automaticamente o reflexo acabou sendo no preço dos fretes não cobrindo os custos mínimos.

De acordo com o Plano Nacional de Logística e Transportes do Governo Federal estima-se que são necessários mais de R$ 400 bilhões para sanar os casos de transporte nas rodovias e estradas. Enquanto para o CNT (Confederação Nacional de Transporte), o valor está próximo de R$ 1 bilhão.

FERROVIÁRIO

O ferroviário tem um potencial enorme, mas é pouco explorado, isso porque o Brasil conta com aproximadamente 30 mil quilômetros de malha. Um fator que contribui negativamente para a expansão está diretamente relacionado à falta de integração das malhas ou manutenção, com isso o setor acaba ficando em segundo plano.

De acordo com dados registrados em 2010 pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), o principal problema está justamente na falta de investimento para a construção de novas via. Para ter uma noção, em 2008 o modal rodoviário recebeu cerca de R$ 33 bilhões, enquanto para o ferroviário foi aplicado apenas R$ 4,5 bilhões.

Quem também tem registros interessantes sobre este mercado é o Anuário CNT, apontando que hoje são mais de 100 mil vagões existentes, considerando inclusive as 12 principais concessionárias do país, com cerca de 40 mil funcionários. Estima-se que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) irá investir R$ 91 bilhões até 2038.

Atualmente, as principais cargas neste setor são para transportar minério de ferro e grãos da agroindústria. Infelizmente, inúmeras mercadorias que normalmente deveria ser transportadas acabam sendo levadas nos caminhões e devido às péssimas situações das estradas, afeta diretamente na entrega e também nas condições das mercadorias.

AEROVIÁRIO

O setor aeroviário é promissor para o brasileiro devido ser a segunda nação do mundo em número de aeroportos. No total, existem 2.465 aeródromos registrados (1.806 privados e 657 públicos), porém somente 65 deles concentram praticamente 98% do tráfego.

Uma das principais dificuldades é com a concentração de voos e horários, em cidades ou capitais mais populosas. Assim, interferindo indiretamente na organização e planejamento, e consequentemente, apenas 20% dos compartimentos dos aviões são utilizados para transporte de cargas, segundo informações da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR).

HIDROVIÁRIO

O setor hidroviário conta com 14 mil quilômetros de extensão e é muito comum no Norte do Brasil. Embora efetue 90% das exportações brasileiras, é o transporte menos explorado, considerando as bacias hidráulicas existentes no país.

Nosso território nacional conta com 37 portos públicos e os principais transporte de cargas costumam ser petróleo, soja, derivados e minério de ferro. O principal porto do país é o de Santos por conta da sua posição estratégica, vide dados do Anuário CNT, onde cerca de 1 bilhão de toneladas são transportadas no Brasil e aproximadamente 100 milhões foram pelo Porto de Santos.

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Publicado em 24 de Julho de 2018

Os DESAFIOS PARA UMA BOA LOGÍSTICA NO TRANSPORTE

Os desafios para uma boa logística no transporte é grande, mas se for estruturado e planejado irá refletir diretamente como um dos pilares para o sucesso da empresa. Consequentemente será um algo a mais e crucial para atingir um lugar de destaque perante a concorrência no mercado atual, independentemente do porte ou segmento do negócio.

Cada vez mais os empreendedores necessitam implementar maneiras de superar essas dificuldades, e claro, estratégias eficazes. Isso porque o cenário brasileiro impõe algumas barreiras para as entregas de insumos e produtos, operações de distribuição e armazenagem. Diante dessas circunstâncias, neste artigo iremos esclarecer e apresentar soluções para superar as adversidades deste cenário.

Antes de mais nada vamos começar abordando sinteticamente o que é uma logística de transporte. Em sumo, pode ser definida como o ramo responsável pela definição do modal ideal para transportar a maior quantidade de mercadorias, de maneira mais rápida e com o menor custo benefício, contribuindo de forma direta no relacionamento com os clientes.

Dessa forma, o transporte é uma ação estratégica e essencial para favorecer o processo de fidelização por meio de entregas rápidas e seguras. Porém, no Brasil, existe uma gama enorme de problemas, por parte das empresas, relacionadas à distribuição de seus insumos e suas mercadorias através das rodovias.

Segundo dados do CNT (Confederação Nacional do Transporte), de 2004 à 2017, a malha rodoviária brasileira tem pouco mais 220 mil quilômetros pavimentados, dos 1,6 milhão de quilômetros existentes. E recebe um fluxo aproximado de 2,4 milhões de transportadores (caminhões: cavalos mecânicos, reboques e semirreboques).

Em meio a esses desafios atuais para o transporte de cargas no Brasil, vamos listar, agora, como essas dificuldades afetam diretamente ou indiretamente na produtividade e na competitividade das empresas.

  • TERCEIRIZAÇÃO DOS SERVIÇOS LOGÍSTICOS

Os benefícios da terceirização dos serviços logísticos simplifica a rotina de tarefas, economiza recursos e aumenta a produtividade. Porém, para ser realmente uma vantagem estratégica é preciso contar com bons fornecedores logísticos, isso está atrelado há uma parceria de qualidade.

Por isso, quando for contratar um fornecedor é essencial levar em consideração as recomendações abaixo:

-Qual a reputação do fornecedor logístico possui no mercado?

-Como é feito a adaptação dos serviços oferecidos às necessidades da empresa contratante?

-Quais os valores praticados para executar todas as entregas com excelência?

-Quais são as condições e cláusulas do contrato de prestação de serviços?

-Qual o nível de produtividade a partir do momento que o fornecedor mantém o compromisso firmado inicialmente?

  • GESTÃO DE TRANSPORTADORAS

A gestão de transportadoras têm grande relevância estratégica dentro da logística de transporte. Mesmo assim, algumas empresas cometem erros cruciais e originam prejuízos para o cliente em um aspecto geral, e acabar ficando com uma imagem negativa.

Por outro lado, além de ter que coordenar com eficiência o trabalho da transportadora contratada é importante saber os padrões de atuação e quais serviços serão prestados. Isso porque vem ocorrendo uma melhoria gradativa das operações de logística.

As melhores transportadoras também precisam ter consciência de atuarem com flexibilidade e a disposição dos contratantes. Por isso, possuir uma frota moderna e com a manutenção em dia e profissionais capacitados, contribuem para o cumprimento das obrigações legais no transporte de carga no Brasil.

  • DEFASAGEM DO FRETE

Outro desafio enorme para as empresas é o gerenciamento do frete, levando em consideração, realizar suas entregas de forma segura e ágil, sem comprometer a qualidade. Mas, devido a crise desenfreada da economia brasileira, agravou a defasagem do frete.

Informações divulgadas pela NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística), em parceria com a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), em agosto de 2017, a defasagem do frete nas operações de transporte rodoviário de cargas é de 20,89%.

Números como esses acabam afetando toda a cadeia das empresas. Haja visto ser necessário reduzir os custos de produção no limite para tentar equilibrar as perdas observadas com os valores de frete cada vez mais menores da média ideal.

  • SEGURANÇA DO TRANSPORTE DE CARGAS

Não poderíamos deixar de mencionar esse fator importantíssimo durante o transporte de cargas, a segurança. A falta de segurança se tornou recorrente e um dos maiores problemas enfrentados pelas empresas no Brasil devido a atuação de quadrilhas especializadas. Além de colocar as pessoas em risco, causa danos ao patrimônio.

Por isso, é obrigatório contratar o seguro de cargas. A fim de garantir o ressarcimento, caso também aconteça acidentes automobilísticos ou de más condições de armazenamento durante o transporte.

Além de adotar medidas preventivas, relacionadas às questões essenciais do planejamento de rotas, por exemplo:

-Treinamento e capacitação dos motoristas e demais colaboradores para agir corretamente durante a abordagem dos bandidos.

-Variação de rotas para as entregas, evitando os trechos com maior índice de assaltos e ao máximo o horário noturno.

-Avaliar se é necessário contratar uma escolta armada.

 

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Publicado em 10 de Julho de 2018

Fiscalização SEFAZ x Frete: Qual o impacto?

Fiscalização SEFAZ x Frete: Qual o impacto para o seu transporte de cargas? Não é novidade para quem faz uso casual deste recurso, o quanto é burocrático e o cuidado com a legislação, emissão de documentação e recolhimento de impostos. Diante dessa situação, é necessário estar sempre atento com uma realidade presente no dia a dia das transportadoras: a fiscalização SEFAZ.

A SEFAZ (Secretaria da Fazenda) é o órgão responsável por fiscalizar todas as empresas em relação ao recolhimento do famoso ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços). Esse procedimento de conferência é físico, ou seja, os veículos são parados e é realizado todo o procedimento necessário, por meio dos fiscais analisando o recolhimento do ICMS.

O transporte de cargas sempre estará sujeito à fiscalização do SEFAZ, podendo levar dias para ser finalizada e consequentemente irá afetar diretamente nos prazos de entregas para os clientes. É de suma importância, tanto o remetente quanto o destinatário, estejam sem débitos com a Receita Federal, caso contrário a mercadoria fica presa na barreira e liberada imediatamente após o pagamento do devedor, sem burocracias.

As informações são verificadas por meio do CNPJ, mencionado no DANFE, pesquisando a situação atual dos envolvidos. Uma outra forma da mercadoria também ficar retida na barreira e se caso existir informações discrepantes, como no preenchimento da natureza de operação. Além do mais, o devedor poderá receber multas, tanto pelo atraso quanto pela irregularidade.

Em caso das cobranças serem indevidas e seja possível a comprovação do pagamento dos impostos, será concedido a autorização para o seguimento das mercadorias enviadas. Mas lembre-se: somente a empresa penalizada é quem deverá fazer o contato com a SEFAZ e resolver a pendência.

Ocasionalmente a fiscalização da SEFAZ é realizada nas barreiras dos estados. Isso porque o seu objetivo é fiscalizar se as empresas, remetente e destinatário, estão com os impostos devidamente recolhidos. Devido o território brasileiro ser extenso, em alguns locais a fiscalização se torna mais rigorosa, principalmente em regiões com a concentração de comércios irregulares.

Mediante a todas essas situações como isso acaba impactando no frete? Essa sim, é a parte burocrática. Considerando que o seu transporte esteja portando várias NF-es (Notas Fiscais Eletrônicas) de diferentes embarcadores e apenas uma esteja irregular, todos os demais regulares serão penalizados também, pois a Receita Federal vai segurar toda a carga até que seja regularizada.

Porém, há uma maneira de agilizar parcialmente este processo. Existe um procedimento com as transportadoras chamado fiel depositário. Entenda a cronologia abaixo:

  • A fiscalização notifica a transportadora;

  • A transportadora segue com a mercadoria e ciente da responsabilidade de não liberar essa carga até que seja notificada sobre o pagamento dos impostos atrasados.

Mas atenção! Não ouse liberar a carga sem essa autorização, pois a transportadora será automaticamente punida e multada.

Dúvidas esclarecidas? Comente! Curtiu nosso artigo? Compartilhe! Continue nos acompanhando, há cada quinze dias traremos um artigo novo para você que procura maiores informações sobre Guindastes, Montagens, Plano de Rigging, Transporte de Cargas e Máquinas.

 

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Publicado em 12 de Junho de 2018

Características do Transporte Rodoviário no Brasil

Na publicação de hoje vamos apresentar as principais características, vantagens e desvantagens do transporte rodoviário no Brasil, o mais comum e mais utilizado no país pelas empresas devido às inúmeras possibilidades de criar rotas flexíveis e viabilidade para diversos tipos de cargas, desde grãos até itens de alto valor, agregado com prazos razoáveis e preços competitivos.

 

CARACTERÍSTICAS

O transporte rodoviário é efetuado em estradas, rodovias e ruas, podendo ser pavimentadas ou não, e casualmente, movimentando mercadorias, matérias-primas, animais, pessoas e muitos outros. Os tipos de transporte utilizados são os veículos automotores, como: caminhões, carros e ônibus.

Para este artigo vamos abordar o modal de carga, predominante com veículos

rodoviários denominados caminhões e carretas, levando em consideração que ambos podem ter características especiais e diferentes.

O aspecto essencial para o comércio é uma logística assertiva, dessa forma, os meios de transporte de cargas devem ser escolhidos com cautela pelos comerciantes ou responsáveis pela transportação da mercadoria.  

Para isso, existem inúmeras características determinando o transporte mais adequado para situações específicas, como: o tipo de carga, os custos, as características do trajeto, a agilidade e a segurança. Cada especificação se torna relevante durante a escolha do veículo, por exemplo, fatores ambientais, sociais e burocráticos.

Além das facilidades citadas acima, é possível considerar outras vantagens. Mas, também devemos se atentar para analisar as prováveis desvantagens, comprometendo a eficiência e a obtenção de resultados ainda mais satisfatórios. Abaixo, veremos quais são os pontos fortes e os fracos:

 

VANTAGENS

  • Acessibilidade: possibilidade de chegar a diversos lugares, mesmo os mais afastados;

  • Facilidade e Agilidade: para contratar o serviço;

  • Pouca Burocracia: para emitir a documentação necessária;

  • Comparação: em relação a outros modais, o rodoviário é o que mais recebe investimentos do Governo.

 

DESVANTAGENS

  • Frete: custo elevado, em decorrência do preço do combustível e do pagamento de pedágios;

  • Carga: capacidade limitada;

  • Risco: de acidentes, furtos e roubos nas estradas, por exemplo.

 

VOCÊ SABIA?

O transporte rodoviário é o mais utilizado em diversos países do mundo. Na Europa é comum o uso combinado de transporte, onde em determinados trechos do percurso os caminhões são transportados sobre vagões de trens.

No entanto, acredito que nem todos saibam os tipos de transporte de cargas existentes e acabam enfrentando algumas dificuldades ao definirem o mais adequado às suas necessidades. Como aprimorar conhecimentos é importante, vamos apresentar uma lista dos tipos de transporte utilizados atualmente e, em um artigo futuro, iremos abordar os detalhes de cada um. Confira:

  • Transporte de Carga Geral; Transporte de Encomendas; Transporte de Mudanças; Transporte de Cargas Perigosas; Transporte de Cargas Frigoríficas; Transporte de Grande Porte; Transporte de Produtos Farmacêuticos; Transporte de Carga Completa e Transporte de Cargas Fracionadas.

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Publicado em 05 de Junho de 2018

O POTENCIAL EÓLICO BRASILEIRO

Você sabe o que é potencial eólico? É a produção de energia gerada pelo vento, por meio de aerogeradores, em formato de catavento e posicionadas em locais abertos. O movimento destas turbinas automaticamente produz energia elétrica. Para um leigo, talvez não seja fácil mensurar tamanha importância deste mecanismo para uma população. E hoje, vamos abordar neste artigo o potencial eólico brasileiro.

Na atualidade, apenas 2% da energia gerada no mundo origina-se deste tipo de fonte. Mas, o potencial para exploração tende a aumentar, pois a capacidade eólica mundial é de cerca de 400 GW (Gigawatts). Para se ter um parâmetro, o país que mais produz é a China, aproximadamente 150 mil megawatts por ano, enquanto o Brasil, está próximo dos 10 mil megawatts.

Em meados de 2012, os brasileiros ocupavam o 15º lugar em produção mundial, atualmente, encontram-se na 8º colocação. Segundo a ABEEólica (Associação Brasileira de Energia Eólica), em fevereiro de 2018, confirmou que o Brasil possui capacidade instalada de geração de 13 gigawatts, sendo um total de 518 parques eólicos.

A fonte informa que em média, 18 milhões de residências são abastecidas mensalmente, essa energia produzida é capaz de abastecer cerca de 10% do país ou 60% da região nordeste. E não para por aí, está em construção 252 parques eólicos, aumentando em mais 4,8 GWs de potência, para serem entregues até 2023, levando o setor para próximo da marca de 18 GW.

As torres de catavento estão distribuídas ao longo do território nacional, nos estados do Ceará, Pernambuco, Bahia, São Paulo e Santa Catarina. As melhores regiões do país para futuras instalações de parques eólicos são encontradas no litoral.

Confira abaixo os principais parques eólicos em funcionamento no Brasil:

  • Complexo Eólico Alto Sertão I  

Inaugurado em junho de 2012, o complexo pertence a empresa Renova Energia e teve o investimento de 1,2 bilhão de reais. Localizado no semiárido baiano, é o maior parque gerador de energia eólica do Brasil e também da América Latina. As 184 torres geram 294 megawatts de energia (cerca de 30% de toda energia eólica gerada no Brasil).

  •  Parque Eólico de Osório

Encontra-se no município gaúcho de Osório, é o segundo maior centro de geração de energia eólica no Brasil (em 2011). Possui a capacidade instalada de 150 megawatts.

  •  Usina de Energia Eólica de Praia Formosa

Localizada na cidade de Camocim, Ceará, possui a capacidade instalada de 104 megawatts.

  • Parque Eólico Alegria

Situada na cidade de Guamaré, Rio Grande do Norte, possui a capacidade instalada de 51 megawatts.

  •  Parque Eólico Delta do Parnaíba - CGE Delta 1 (Piauí)

Possui capacidade instalada de 70 megawatts.

  •  Parque Eólico do Rio de Fogo

Na cidade de Rio do Fogo, em Rio Grande do Norte, possui capacidade instalada de 41 megawatts.

  •  Parque Eólico Eco Energy

Localizada na cidade de Beberibe, Ceará, possui capacidade instalada de 25 megawatts.

  •  Complexo Eólico Ventos de Santa Joana

Instalado no estado do Piauí e possui capacidade de geração de 439 MW.

Curiosidade

No dia 15 de junho é comemorado o Dia Mundial do Vento e também o Dia Internacional da Energia Eólica e, caso o Brasil confirme essa expansão nos próximos anos irá superar Itaipu, a maior hidrelétrica binacional do país, sem considerar os novos leilões que estão por vir. 

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Publicado em 17 de Maio de 2018

A importância do sinalizador em uma elevação de carga

A elevação de cargas é um processo perigoso, quando mal planejado e executado, afinal, envolve pessoas, equipamentos e claro, cargas. Para evitar possíveis transtornos, existe o sinalizador, que nada mais é do que um profissional experiente em movimentação de cargas e tem como responsabilidade sinalizar todo o plano do processo por meio de alguns sinais.

A utilização dos sinais é mundialmente conhecida, e é padronizada de acordo com a NBR 11436-1988, o que evita duplo entendimento. Tais sinais podem ser interpretados pelo operador do equipamento, muito mais rápido do que uma sílaba emitida pelo sinaleiro.

Esse tipo de atividade é indispensável onde possa haver fontes de ruídos ou em locais que não possa ser utilizado os rádios de comunicação. Mas, a fim de evitar acidentes, é necessário ter certeza de que a sinalização utilizada pelo movimentador é a mesma que o operador entende.

Além disso, tanto o operador quanto o sinalizador devem estar habilitados e treinados para executar tais ações, recomenda-se também uma reciclagem periódica a fim de evitar vícios e execuções incorretas.

A função deste profissional depende dos conhecimentos que foram obtidos em campo, como por exemplo:

  • Onde a carga a ser içada irá ficar;
  • O que pode acontecer com a carga se ela for posicionada em tal posição;
  • Os efeitos que podem vir a apresentar no equipamento após solicitado uma nova configuração;
  • As ações a serem tomadas em caso de emergência;
  •  

Somente por meio de todos esses conhecimentos é possível garantir uma movimentação totalmente segura e íntegra do equipamento.

Está precisando de um plano e uma equipe para realizar uma movimentação de cargas totalmente segura?

 Lembre-se que a Transmáquinas conta com diversos especialistas no assunto, entre em contato agora mesmo!

 

 

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Publicado em 30 de Janeiro de 2018

Saiba a Diferença entre o Transporte Multimodal e Intermodal

Como em qualquer segmento, existem diversas modalidades, tipos de contratos diferentes e processos a serem aprimorados de acordo com necessidade do cliente ou mudança de rumo no qual o país enfrenta.

Com isso, é levantado diversas dúvidas sobre determinados serviços que parecem oferecer o mesmo benefício, porém com nomes diferentes.

E no ramo de transporte não é diferente, muitos se perguntam qual a diferença entre o transporte multimodal e intermodal.

Com a crise que afeta o setor de logística no Brasil nos últimos anos, as empresas desse âmbito focam-se progressivamente em atender seus clientes da melhor forma, afím de cumprir suas obrigações de prazo de entrega com qualidade, segurança e o menor custo possível para conseguir ampliar seu mercado em meio a crise.

Uma das opções utilizadas para esse objetivo são os transportes Multimodais e Intermodais, os dois utilizam diversas modalidades de transporte, sejam eles rodoviários, aquaviários ou aéreos durantes a operação de transporte.

Mas qual a diferença entre as duas modalidade?

Como vimos acima as duas modalidades utilizam mais de 2 modais na operação de tranporte de bens, porém o transporte multimodal é todo elaborado e emitido pelo OTM(Operador de Transporte Multimodal), onde o mesmo assume total responsabilidade pela carga do começo ao fim do trajeto, mesmo na troca de modais, ou seja, esse agente organiza e acompanha de perto toda a operação conforme contrato firmado com o cliente.

É aqui que entra a diferença entre transporte intermodal, nesta modalidade em cada mudança de modal no trajeto, um contrato diferente entra em vigor para acompanhar a mercadoria, porém o modo de tração e a acomodação continuam da mesma forma.

O transporte multimodal pode ser mais vantajoso.

Optar pelo transporte multimodal pode ser mais vantajoso por conta da burocacia ser menor e a sua preocupação com a carga ser mínima, vale lembra que o OTM "têm habilitação e registro prévio da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), e essa operação requer também o registro do CTMC (Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas), documento válido não apenas como contrato, mas como documento fiscal do transporte."

As duas modalidades surgiram por conta de um carência grande do mercado, pois as rotas pelo Brasil apresentam diversas dificuldades como malha ferrovíaria limitada, estradas com trânsito intenso e portos pequenos.

E se caso você ainda tenha dúvidas sobre essas modalidades, deixei um comentário!

Obrigado pela leitura!

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Publicado em 26 de Outubro de 2017

Agora a Transmáquinas é certificada ISO 14001

A população mundial vem crescendo cada vez mais, e junto a ela a preocupação de tornar o mundo ainda mais sustentável para as próximas gerações. Responsabilidade ambiental e sustentabilidade são termos comuns em todo ambiente de trabalho da Transmáquinas. 

Pensando nisso, criamos formas e mecanismos com o objetivo de minimizar o impacto ambiental que nossa empresa causava, e através dessa mudança conquistamos o selo ISO 14001.

Essa norma internacional de padrão de qualidade permite que a empresa em questão, desenvolva uma estrutura ampla para proteger o ambiente e responder rapidamente às mudanças das condições ambientais, ou seja, o selo garante que a mesma possua um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) atuando conforme as normas estabelecidas de forma que não prejudique o meio ambiente em nenhuma de suas etapas de seus respectivos serviços oferecidos. 

Para conseguir a certificação, a Transmáquinas apresentou provas de todo o seu cuidado com o meio ambiente ao longo de seus anos de trajetória, o que inclui: controle na emissão de gases e ruídos, preservação de mata nativa, controle total de todos os resíduos sólidos, treinamento e capacitação da equipe de funcionários, atendimento às normas da legislação ambiental e rigorosos procedimentos internos que previnem a poluição. 

Para nós, obter a certificação é o reconhecimento de um trabalho árduo que nos exigiu muita dedicação, esforço, perseverança e investimento. Agora, você cliente, pode se orgulhar de apoiar uma empresa ecologicamente correta que se preocupa com o futuro de seus filhos, netos, bisnetos e acima de tudo, nosso planeta terra. 

Quer saber ainda mais sobre a norma? Veja em: http://certificacaoiso.com.br/iso-14001/

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Publicado em 16 de Agosto de 2017

Regulamento para transporte de cargas

Em 5 de Junho de 2001 foi instituída a lei 10.233 que tinha como objetivo trazer uma reestruturação ao transporte especial que era regulamentado pelo governo federal.

A partir dessa regra, em seu artigo 22 inciso VII, foi determinado que à ANTT é o órgão responsável por normatizar o transporte especial de cargas e produtos tanto em rodovias quanto em ferrovias.

Todo o regulamento feito no Brasil tem como base o que foi emitido e  recomendado pelo Comitê de Peritos em Transporte de Produtos Perigosos nas Nações Unidas.

Esse órgão mundial tem o cuidado de estar atento a tudo o que se passa nessa área, pois de maneira periódica, sempre publica atualizações no Regulamento Modelo que também é chamado de “Orange Book” assim como o Acordo Europeu.

Como representa risco a saúde das pessoas, a segurança pública e ao meio ambiente, o transporte de produtos perigosos por via pública deve atender as regras e aos procedimentos que estão descritos na resolução 3.665/11 e as alterações da ANTT e, ainda, seguir o que consta na resolução 420/04 do mesmo órgão.

Os dois documentos trazem exigências específicas que se aplicam ao transporte dessa modalidade de produtos e neles são estabelecidos como deve ser não só o produto, como a marcação e rotulagem das embalagens, a sinalização que os veículos usados para o transporte devem ter assim também como toda a documentação necessária.

O Grupo Transmáquinas é uma empresa reconhecida tanto nacional como internacionalmente pela sua eficiência em não só fazer o transporte como também por seguir as leis que regulamentam o transporte de cargas e por conta disso, ela está apta para atuar não só no Brasil como também na América do Sul.

Se for preciso além de transportar, realizar alguma movimentação ou içamento de cargas, o Grupo Transmáquinas dispõe de diversos tipos e modelos de guindastes para todas as etapas da operação.

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Publicado em 03 de Agosto de 2017

Transportes de cargas super pesadas

Aqueles que precisam contar com os transportes de cargas super pesadas devem recorrer a uma empresa que ofereça não só experiência como também conte com infraestrutura para realização do transporte de norte a sul Brasil e também para países da América do Sul.

Os engenheiros civis são os profissionais responsáveis pelo estudo da rota. Eles utilizam desenhos gráficos detalhados de todos os pontos por onde a carga deverá passar e com a ajuda de softwares específicos, conseguem avaliar e medir quais serão as manobras que o motorista precisará fazer para passar em pontos considerados como mais difíceis.

Dependendo do tipo de carga, será preciso solicitar o desligamento de redes elétricas, o levantamento de cabos e até reformar casas para que nenhum desses itens sofra com alguma avaria provocada pelo veículo ou pela carga. 

Posteriormente ao estudo desenvolvido pelo profissional, toda a documentação é enviada ao DNIT para que o órgão aprove e libere a rota e o trajeto. 

O Grupo Transmáquinas é referência em transporte de cargas super pesadas, e oferece diversos modelos e tipos de máquinas, que são próprias a serem usados em qualquer uma das etapas da operação, como por exemplo realizar a movimentação ou içamento de cargas. Você também pode contar com uma escola credenciada para assegurar um transporte seguro e tranquilo a todos os envolvidos.

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