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Publicado em 02 de Outubro de 2018

Principais Tipos de Transportes Brasileiro

Você sabe quais são os principais tipos de transportes brasileiro de cargas? Na postagem de hoje, iremos abordar detalhadamente sobre o transporte rodoviário, ferroviário, aeroviário e hidroviário com base na análise da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), Ministério dos Transportes, Ministérios do Anuário e de instituições reguladoras.

RODOVIÁRIO

O rodoviário é o principal transporte utilizado no território nacional se comparado aos demais tipos. Uma boa análise do quanto esse setor têm tido uma proporção, entre 2001 e 2015, a malha rodoviária cresceu aproximadamente 40 mil quilômetros, seja em estradas pavimentadas ou não.

Atualmente, o mercado de trabalho conta com 700 mil profissionais autônomos, 156 mil empresas de transporte de carga regularizadas, 329 cooperativas, além de mais de 1 milhão de veículos trafegando pelas estradas do país. Segundo o Anuário CNT, cerca de 41,6% dos motoristas estão satisfeitos com o pavimento das estradas, porém, apenas 12,5% dos profissionais estão de acordo.

Porém, um fator que deixou evidente a fragilidade do transporte rodoviário foi a crise econômica, principalmente para o Transporte de Cargas. Muito por conta do aumento disparado de frotas e motoristas, devido à expectativa criada após a disponibilidade de crédito oferecidos pelo BNDES. Automaticamente o reflexo acabou sendo no preço dos fretes não cobrindo os custos mínimos.

De acordo com o Plano Nacional de Logística e Transportes do Governo Federal estima-se que são necessários mais de R$ 400 bilhões para sanar os casos de transporte nas rodovias e estradas. Enquanto para o CNT (Confederação Nacional de Transporte), o valor está próximo de R$ 1 bilhão.

FERROVIÁRIO

O ferroviário tem um potencial enorme, mas é pouco explorado, isso porque o Brasil conta com aproximadamente 30 mil quilômetros de malha. Um fator que contribui negativamente para a expansão está diretamente relacionado à falta de integração das malhas ou manutenção, com isso o setor acaba ficando em segundo plano.

De acordo com dados registrados em 2010 pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), o principal problema está justamente na falta de investimento para a construção de novas via. Para ter uma noção, em 2008 o modal rodoviário recebeu cerca de R$ 33 bilhões, enquanto para o ferroviário foi aplicado apenas R$ 4,5 bilhões.

Quem também tem registros interessantes sobre este mercado é o Anuário CNT, apontando que hoje são mais de 100 mil vagões existentes, considerando inclusive as 12 principais concessionárias do país, com cerca de 40 mil funcionários. Estima-se que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) irá investir R$ 91 bilhões até 2038.

Atualmente, as principais cargas neste setor são para transportar minério de ferro e grãos da agroindústria. Infelizmente, inúmeras mercadorias que normalmente deveria ser transportadas acabam sendo levadas nos caminhões e devido às péssimas situações das estradas, afeta diretamente na entrega e também nas condições das mercadorias.

AEROVIÁRIO

O setor aeroviário é promissor para o brasileiro devido ser a segunda nação do mundo em número de aeroportos. No total, existem 2.465 aeródromos registrados (1.806 privados e 657 públicos), porém somente 65 deles concentram praticamente 98% do tráfego.

Uma das principais dificuldades é com a concentração de voos e horários, em cidades ou capitais mais populosas. Assim, interferindo indiretamente na organização e planejamento, e consequentemente, apenas 20% dos compartimentos dos aviões são utilizados para transporte de cargas, segundo informações da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR).

HIDROVIÁRIO

O setor hidroviário conta com 14 mil quilômetros de extensão e é muito comum no Norte do Brasil. Embora efetue 90% das exportações brasileiras, é o transporte menos explorado, considerando as bacias hidráulicas existentes no país.

Nosso território nacional conta com 37 portos públicos e os principais transporte de cargas costumam ser petróleo, soja, derivados e minério de ferro. O principal porto do país é o de Santos por conta da sua posição estratégica, vide dados do Anuário CNT, onde cerca de 1 bilhão de toneladas são transportadas no Brasil e aproximadamente 100 milhões foram pelo Porto de Santos.

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Publicado em 18 de Setembro de 2018

Curiosidades: 3 Gigantes Guindastes do Mundo

Você sabe quais guindastes estão entre os maiores do planeta? No post de hoje iremos trazer essa curiosidade e como surgiu o equipamento para o mundo. Devido a evolução constante da tecnologia ao passar dos anos, hoje, são essenciais para a construção, seja para viadutos e pontes, ou para o içamento de cargas e equipamentos pesados.

Segundo alguns historiadores, os primeiros equipamentos surgiram na Grécia, na idade antiga, e sua locomoção era feita por animais e pessoas escravas. Mas existem controvérsias de que provavelmente seja invenção romana e apresentava sérias limitações. Bom, independentemente de quem inventou o guindaste para o mundo, o foco de hoje é conhecer três dos maiores do mundo, vamos conferir?

KOCKUMS CRANE

guindastesPossui 138 metros de altura e foi um guindaste construído nos anos 70, em relação o peso tem cerca de 7,5 mil toneladas, podendo erguer 1,5 mil toneladas com grande rapidez e agilidade. É considerado um dos maiores guindastes de todo o mundo.

SAIPEM 7000

guindastes(1)O SAIPEM 7000, de proriedade da petroleira Saipem SpA, é considerado por muitos, como um navio grua. Sua capacidade de elevação é de 14 mil toneladas, com uma lança em aproximadamente 42 metros. Além disso, também é um construtor de plataformas, e conta com um alojamento para até 800 pessoas, um hospital e sala de projeção.

BIGGER 125D AFRD

guindastes(2)O Bigger 125D AFRD foi construído pela Shaw Group e planejado para trabalhar em plantas nucleares nos Estados Unidos e custou cerca de 50 milhões de dólares. Com capacidade para levantar do solo 7,5 mil toneladas, sua lança fixa tem 171 metros de altura e pode chegar até 262 metros.

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Publicado em 04 de Setembro de 2018

Qual a finalidade do Plano de Rigging?

No post de hoje, iremos novamente abordar um assunto corriqueiro na frente de obra e importantíssimo, o Plano de Rigging. Esse é o nome do processo de planejamento para atividades de içamento de cargas, uma atividade frequente e perigosa, por isso, todo cuidado é pouco e a atenção deve ser redobrada durante a elaboração deste documento.

A finalidade deste plano de rigging nada mais é do que planejar as atividades a serem executadas, garantindo total segurança durante a movimentação e içamento de qualquer tipo de carga. Por meio de cálculos, análises e pesquisas de campo, a fim de definir qual o tipo de guindaste e equipamento à ser utilizado de forma segura na operação e principalmente sem acidentes.

IMPORTÂNCIA

É extremamente crucial salientar que o plano de rigging está em vigor por uma norma regulamentadora do Ministério do Trabalho – NR 12 – anexo (XII), que trata do planejamento detalhado e formalizado das movimentações de cargas quando houver a necessidade de utilizar guindastes.

Outra informação importante é que esse plano também está regulamentado em outra norma, Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção – NR 18 – determinando qualquer tipo de operação ou implantação de equipamentos e máquinas guindaste, com o objetivo de guindar.

Em meio a outras palavras, o plano de cargas trabalha com o foco na prevenção de acidentes aos envolvidos na operação e quem se encontra no raio de operação, podendo ser originado pela movimentação das diferentes cargas transportadas pelos guindastes.

Sendo assim, a importância do plano é facilmente de ser compreendida. Planejar é obrigatório, isso já sabemos, e segundo a NR, é indispensável que seja feito sob o acompanhamento de um profissional capacitado e autorizado para desenvolver e executá-los.

OBRIGATORIEDADE?

A obrigatoriedade do planejamento de operações é clara pela legislação. Mas, conforme item 4.7 da NR-12, não existe obrigatoriedade para operações que não sejam para içamento de pessoas.

 

 

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Publicado em 21 de Agosto de 2018

Operação de Guindaste: 5 Itens de Segurança

Alta capacidade para transportar cargas pesadas, robustos e cada vez mais modernos e versáteis, os guindastes são utilizados para içamento e movimentação de insumos ou peças pré-fabricadas, em alturas e distância elevadas. No entanto, operar esses equipamentos de forma prudente não são tão simples quanto parece ser. Hoje, vamos conhecer cinco itens de segurança para uma operação de guindastes.

Partindo do príncipio é de suma importância ter um bom planejamento, seguir às normas e regulamentações em vigência, e também, profissionais qualificados e capacitados. Isso tudo porque os riscos estão permanentemente presentes e envolve riscos, não apenas em relação ao patrimônio, mas também com as pessoas em seu entorno, e por essa razão, os cuidados devem ser adotados para garantir a segurança de todos.

Antes de mais nada, iremos começar abordando a Norma Regulamentadora para execução dessa atividade: NR-11 - Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais, com o intuito de prezar pela segurança na operação de elevadores, guindastes, transportadores industriais e máquinas transportadoras.

Agora, vamos conhecer os cinco itens de segurança para uma operação de guindastes:

1) OPERAÇÃO DE RISCO

Um dos perigos que mais aparece é o tombamento da máquina. Resultado de uma falha durante o processo de estabilização do equipamento, seja por imprudência, negligência ou imperícia. Também podem ocorrer, problemas de afundamento do guindaste devido falhas no dimensionamento da resistência do terreno ou por sobrecargas não calculadas.

2) QUEDAS E CHOQUES

É fundamental ter profissionais com domínio de técnicas de amarração de carga, incluindo amplo conhecimento na execução da atividade como, manuseio de tabela de acessórios e princípios básicos de física e matemática. Estes princípios são essenciais para mitigar eventuais problemas causados por queda de objetos.

Outro perigo e que devemos manter longe, é em relação a ocorrência de choque elétrico. Sendo imprescindível o entendimento das distâncias seguras para trabalho de guindastes diantes de determinadas condições meteorológicas, como neblina, fumaça e chuva.

3) PLANEJAMENTO

O planejamento será determinante para qualquer operação com guindastes, seja ela simples ou em situações mais complexas.

Para os casos mais simples, é recomendado um formulário com informações sobre valores de carga, configuração do guindaste, capacidade informada na tabela e acessórios. No entanto, para as ocorrências mais complexas, deve ser elaborado um plano rigging contendo detalhes de amarração, folgas operacionais e suas respectivas configurações.

Abaixo, iremos listar três pontos importantíssimos para focar em um planejamento:

Equipamentos:

Foram inspecionados e testados?

Tem capacidade adequada para a operação?

Estão em condições seguras de operação?

Existe um responsável técnico legalmente habilitado?

Pessoas:

São certificadas?

Estão aptas a operar os equipamentos?

Têm experiência suficiente e estão de acordo com o nível de dificuldade da operação?

Procedimentos:

Eles estão bem definidos e cobrem todos os pontos da operação? Os colaboradores têm conhecimento e aplicam esses procedimentos?

4) QUALIFICAÇÃO DOS OPERADORES

Além de um planejamento exequível, uma operação segura deve conter profissionais com aptidão, capacitado em curso ministrado por profissionais com proficiência no assunto e saúde avaliada por meio de exames médicos conforme programa de controle médico de saúde ocupacional (PCMSO).

Para uma operação de guindastes, normalmente, a equipe é composta por um supervisor de movimentação de cargas, um operador para cada equipamento e auxiliares de movimentação de cargas (sinaleiros amarradores), e todos devem ter ciência de suas responsabilidades e atribuições.

5) FATOR EQUIPAMENTO

A especificação do guindaste correto para cada situação é fundamental para garantir boa produtividade e segurança às movimentações de cargas. As manutenções devem ser aplicadas rigorosamente para assegurar o bom estado de funcionamento do equipamento, seguindo o plano preconizado pelo fabricante.

 

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Publicado em 08 de Agosto de 2018

Elevação de Cargas: Como evitar acidentes

Como evitar acidentes durante a elevação de cargas? Esse risco eminente causa grande preocupação para os envolvidos na operação e, também, para os responsáveis e supervisores da empresa. Além, claro, de ser uma ameaça de vida para as pessoas que se encontram no entorno desse procedimento. Pensando nisso, vamos apresentar dicas de segurança, medidas de cautela, os principais riscos e os motivos que originam os acidentes.

O transporte de qualquer carga deve ser considerada uma atividade de risco devido o perigo estar presente no próprio transporte de cargas. O risco consecutivo dessa operação, de modo geral, pode ser representado pela queda da carga ou do veículo transportador, e consequentemente, causando uma série de transtornos. A movimentação de cargas é diversificada, podendo ser: manual, por meio de equipamentos ou sistemas.

Por isso, a segurança é extremamente crucial e deve ser adotada como a principal preocupação dos trabalhadores envolvidos. Tendo como base as normas NR 11 (Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais) e NR 18 (Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção). Confira abaixo, dicas essenciais para uma elevação eficiente e segura.

Dicas e Cuidados Durante a Movimentação de Cargas Suspensas:

  • Somente pessoas habilitadas, treinadas e autorizadas podem operar os respectivos equipamentos: Guindastes; Pontes Rolantes e Empilhadeiras;

  • É essencial manter os equipamentos com a manutenção em dia e em perfeito estado de conservação e uso;

  • Isolar e sinalizar a área. Pessoas jamais poderão estar no raio de operação ou transitar sobre os arredores;

  • Ter conhecimento a respeito da carga a ser içada e do equipamento a ser utilizado, como peso, dimensões e centro de gravidade;

  • Apenas um operador treinado e capacitado para orientar durante o içamento de carga;

  • É extremamente importante utilizar cordas guias para auxiliar durante a movimentação e posicionamento da carga. Jamais toque ou transite por baixo da carga sendo içada;

  • Os equipamentos devem ter estabilidade comprovada por meio de análise técnica;

  • Inspecionar todos os acessórios a serem utilizados;

  • Verificar as travas de segurança, principalmente, o gancho, se não está aberto;

  • As cargas deverão ser erguidas na vertical;

  • Realizar uma análise de risco em relação às condições locais e climáticas;

  • Elaborar e informar todos os envolvidos na movimentação, o plano de rigging (passo a passo da operação);

  • Evite realizar o içamento de carga nas proximidades de redes elétricas. Em caso de necessidade, desenergizar e bloquear as redes elétricas próximas à área de içamento de carga;

  • Nas áreas industriais, a movimentação só poderá ocorrer após a Permissão de Trabalho ser feita;

  • Realizar a atividade somente com segurança. Se notar qualquer condição insegura ou anormal no local, ou equipamento, a operação deve ser suspensa imediatamente. Só retome a atividade quando uma nova avaliação ser realizada e liberada por um profissional habilitado.

  • Todos os equipamentos e caminhões devem ter sensor sonoro sincronizado com a marcha ré, para alertar;

Prioridades na Operação:

  • Faça uso dos EPI’s (Equipamentos de Proteção Industrial) necessários;

  • Elabore um check list antes de utilizar os equipamentos, a fim de comprovar suas condições para uso;

  • Caso seja identificado irregularidade com o equipamento, não inicie a atividade e comunique imediatamente a supervisão;

  • Jamais exceda a capacidade máxima de carga do equipamento;

  • Posicione e transporte as cargas, apenas de forma correta e segura;

  • Nunca permita! Colegas de trabalho “pegando carona” e “transitando” pendurados nas máquinas;

  • Não permita que pessoas fiquem embaixo de cargas suspensas. Nunca!;

Principais Causas mais Comuns para Acidentes na Movimentação de Cargas:

  • Ângulo impróprio de movimentação do equipamento;

  • Dimensionamento incorreto do equipamento a ser içado;

  • Especificação incorreta da cinta;

  • Cintas perfuradas, cortadas ou desgastadas;

  • Não utilizar cabo guia durante o içamento;

  • Instabilidade durante a movimentação, recorrente de condições climáticas ou falta de experiência do operador;

  • Utilização da cinta em angulação maior que 60º;

  • Comando intermitente de içamento ou arriamento, ocasionando trancos e aumentando o esforço da cinta.

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Publicado em 24 de Julho de 2018

Os DESAFIOS PARA UMA BOA LOGÍSTICA NO TRANSPORTE

Os desafios para uma boa logística no transporte é grande, mas se for estruturado e planejado irá refletir diretamente como um dos pilares para o sucesso da empresa. Consequentemente será um algo a mais e crucial para atingir um lugar de destaque perante a concorrência no mercado atual, independentemente do porte ou segmento do negócio.

Cada vez mais os empreendedores necessitam implementar maneiras de superar essas dificuldades, e claro, estratégias eficazes. Isso porque o cenário brasileiro impõe algumas barreiras para as entregas de insumos e produtos, operações de distribuição e armazenagem. Diante dessas circunstâncias, neste artigo iremos esclarecer e apresentar soluções para superar as adversidades deste cenário.

Antes de mais nada vamos começar abordando sinteticamente o que é uma logística de transporte. Em sumo, pode ser definida como o ramo responsável pela definição do modal ideal para transportar a maior quantidade de mercadorias, de maneira mais rápida e com o menor custo benefício, contribuindo de forma direta no relacionamento com os clientes.

Dessa forma, o transporte é uma ação estratégica e essencial para favorecer o processo de fidelização por meio de entregas rápidas e seguras. Porém, no Brasil, existe uma gama enorme de problemas, por parte das empresas, relacionadas à distribuição de seus insumos e suas mercadorias através das rodovias.

Segundo dados do CNT (Confederação Nacional do Transporte), de 2004 à 2017, a malha rodoviária brasileira tem pouco mais 220 mil quilômetros pavimentados, dos 1,6 milhão de quilômetros existentes. E recebe um fluxo aproximado de 2,4 milhões de transportadores (caminhões: cavalos mecânicos, reboques e semirreboques).

Em meio a esses desafios atuais para o transporte de cargas no Brasil, vamos listar, agora, como essas dificuldades afetam diretamente ou indiretamente na produtividade e na competitividade das empresas.

  • TERCEIRIZAÇÃO DOS SERVIÇOS LOGÍSTICOS

Os benefícios da terceirização dos serviços logísticos simplifica a rotina de tarefas, economiza recursos e aumenta a produtividade. Porém, para ser realmente uma vantagem estratégica é preciso contar com bons fornecedores logísticos, isso está atrelado há uma parceria de qualidade.

Por isso, quando for contratar um fornecedor é essencial levar em consideração as recomendações abaixo:

-Qual a reputação do fornecedor logístico possui no mercado?

-Como é feito a adaptação dos serviços oferecidos às necessidades da empresa contratante?

-Quais os valores praticados para executar todas as entregas com excelência?

-Quais são as condições e cláusulas do contrato de prestação de serviços?

-Qual o nível de produtividade a partir do momento que o fornecedor mantém o compromisso firmado inicialmente?

  • GESTÃO DE TRANSPORTADORAS

A gestão de transportadoras têm grande relevância estratégica dentro da logística de transporte. Mesmo assim, algumas empresas cometem erros cruciais e originam prejuízos para o cliente em um aspecto geral, e acabar ficando com uma imagem negativa.

Por outro lado, além de ter que coordenar com eficiência o trabalho da transportadora contratada é importante saber os padrões de atuação e quais serviços serão prestados. Isso porque vem ocorrendo uma melhoria gradativa das operações de logística.

As melhores transportadoras também precisam ter consciência de atuarem com flexibilidade e a disposição dos contratantes. Por isso, possuir uma frota moderna e com a manutenção em dia e profissionais capacitados, contribuem para o cumprimento das obrigações legais no transporte de carga no Brasil.

  • DEFASAGEM DO FRETE

Outro desafio enorme para as empresas é o gerenciamento do frete, levando em consideração, realizar suas entregas de forma segura e ágil, sem comprometer a qualidade. Mas, devido a crise desenfreada da economia brasileira, agravou a defasagem do frete.

Informações divulgadas pela NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística), em parceria com a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), em agosto de 2017, a defasagem do frete nas operações de transporte rodoviário de cargas é de 20,89%.

Números como esses acabam afetando toda a cadeia das empresas. Haja visto ser necessário reduzir os custos de produção no limite para tentar equilibrar as perdas observadas com os valores de frete cada vez mais menores da média ideal.

  • SEGURANÇA DO TRANSPORTE DE CARGAS

Não poderíamos deixar de mencionar esse fator importantíssimo durante o transporte de cargas, a segurança. A falta de segurança se tornou recorrente e um dos maiores problemas enfrentados pelas empresas no Brasil devido a atuação de quadrilhas especializadas. Além de colocar as pessoas em risco, causa danos ao patrimônio.

Por isso, é obrigatório contratar o seguro de cargas. A fim de garantir o ressarcimento, caso também aconteça acidentes automobilísticos ou de más condições de armazenamento durante o transporte.

Além de adotar medidas preventivas, relacionadas às questões essenciais do planejamento de rotas, por exemplo:

-Treinamento e capacitação dos motoristas e demais colaboradores para agir corretamente durante a abordagem dos bandidos.

-Variação de rotas para as entregas, evitando os trechos com maior índice de assaltos e ao máximo o horário noturno.

-Avaliar se é necessário contratar uma escolta armada.

 

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Publicado em 10 de Julho de 2018

Fiscalização SEFAZ x Frete: Qual o impacto?

Fiscalização SEFAZ x Frete: Qual o impacto para o seu transporte de cargas? Não é novidade para quem faz uso casual deste recurso, o quanto é burocrático e o cuidado com a legislação, emissão de documentação e recolhimento de impostos. Diante dessa situação, é necessário estar sempre atento com uma realidade presente no dia a dia das transportadoras: a fiscalização SEFAZ.

A SEFAZ (Secretaria da Fazenda) é o órgão responsável por fiscalizar todas as empresas em relação ao recolhimento do famoso ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços). Esse procedimento de conferência é físico, ou seja, os veículos são parados e é realizado todo o procedimento necessário, por meio dos fiscais analisando o recolhimento do ICMS.

O transporte de cargas sempre estará sujeito à fiscalização do SEFAZ, podendo levar dias para ser finalizada e consequentemente irá afetar diretamente nos prazos de entregas para os clientes. É de suma importância, tanto o remetente quanto o destinatário, estejam sem débitos com a Receita Federal, caso contrário a mercadoria fica presa na barreira e liberada imediatamente após o pagamento do devedor, sem burocracias.

As informações são verificadas por meio do CNPJ, mencionado no DANFE, pesquisando a situação atual dos envolvidos. Uma outra forma da mercadoria também ficar retida na barreira e se caso existir informações discrepantes, como no preenchimento da natureza de operação. Além do mais, o devedor poderá receber multas, tanto pelo atraso quanto pela irregularidade.

Em caso das cobranças serem indevidas e seja possível a comprovação do pagamento dos impostos, será concedido a autorização para o seguimento das mercadorias enviadas. Mas lembre-se: somente a empresa penalizada é quem deverá fazer o contato com a SEFAZ e resolver a pendência.

Ocasionalmente a fiscalização da SEFAZ é realizada nas barreiras dos estados. Isso porque o seu objetivo é fiscalizar se as empresas, remetente e destinatário, estão com os impostos devidamente recolhidos. Devido o território brasileiro ser extenso, em alguns locais a fiscalização se torna mais rigorosa, principalmente em regiões com a concentração de comércios irregulares.

Mediante a todas essas situações como isso acaba impactando no frete? Essa sim, é a parte burocrática. Considerando que o seu transporte esteja portando várias NF-es (Notas Fiscais Eletrônicas) de diferentes embarcadores e apenas uma esteja irregular, todos os demais regulares serão penalizados também, pois a Receita Federal vai segurar toda a carga até que seja regularizada.

Porém, há uma maneira de agilizar parcialmente este processo. Existe um procedimento com as transportadoras chamado fiel depositário. Entenda a cronologia abaixo:

  • A fiscalização notifica a transportadora;

  • A transportadora segue com a mercadoria e ciente da responsabilidade de não liberar essa carga até que seja notificada sobre o pagamento dos impostos atrasados.

Mas atenção! Não ouse liberar a carga sem essa autorização, pois a transportadora será automaticamente punida e multada.

Dúvidas esclarecidas? Comente! Curtiu nosso artigo? Compartilhe! Continue nos acompanhando, há cada quinze dias traremos um artigo novo para você que procura maiores informações sobre Guindastes, Montagens, Plano de Rigging, Transporte de Cargas e Máquinas.

 

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Publicado em 12 de Junho de 2018

Características do Transporte Rodoviário no Brasil

Na publicação de hoje vamos apresentar as principais características, vantagens e desvantagens do transporte rodoviário no Brasil, o mais comum e mais utilizado no país pelas empresas devido às inúmeras possibilidades de criar rotas flexíveis e viabilidade para diversos tipos de cargas, desde grãos até itens de alto valor, agregado com prazos razoáveis e preços competitivos.

 

CARACTERÍSTICAS

O transporte rodoviário é efetuado em estradas, rodovias e ruas, podendo ser pavimentadas ou não, e casualmente, movimentando mercadorias, matérias-primas, animais, pessoas e muitos outros. Os tipos de transporte utilizados são os veículos automotores, como: caminhões, carros e ônibus.

Para este artigo vamos abordar o modal de carga, predominante com veículos

rodoviários denominados caminhões e carretas, levando em consideração que ambos podem ter características especiais e diferentes.

O aspecto essencial para o comércio é uma logística assertiva, dessa forma, os meios de transporte de cargas devem ser escolhidos com cautela pelos comerciantes ou responsáveis pela transportação da mercadoria.  

Para isso, existem inúmeras características determinando o transporte mais adequado para situações específicas, como: o tipo de carga, os custos, as características do trajeto, a agilidade e a segurança. Cada especificação se torna relevante durante a escolha do veículo, por exemplo, fatores ambientais, sociais e burocráticos.

Além das facilidades citadas acima, é possível considerar outras vantagens. Mas, também devemos se atentar para analisar as prováveis desvantagens, comprometendo a eficiência e a obtenção de resultados ainda mais satisfatórios. Abaixo, veremos quais são os pontos fortes e os fracos:

 

VANTAGENS

  • Acessibilidade: possibilidade de chegar a diversos lugares, mesmo os mais afastados;

  • Facilidade e Agilidade: para contratar o serviço;

  • Pouca Burocracia: para emitir a documentação necessária;

  • Comparação: em relação a outros modais, o rodoviário é o que mais recebe investimentos do Governo.

 

DESVANTAGENS

  • Frete: custo elevado, em decorrência do preço do combustível e do pagamento de pedágios;

  • Carga: capacidade limitada;

  • Risco: de acidentes, furtos e roubos nas estradas, por exemplo.

 

VOCÊ SABIA?

O transporte rodoviário é o mais utilizado em diversos países do mundo. Na Europa é comum o uso combinado de transporte, onde em determinados trechos do percurso os caminhões são transportados sobre vagões de trens.

No entanto, acredito que nem todos saibam os tipos de transporte de cargas existentes e acabam enfrentando algumas dificuldades ao definirem o mais adequado às suas necessidades. Como aprimorar conhecimentos é importante, vamos apresentar uma lista dos tipos de transporte utilizados atualmente e, em um artigo futuro, iremos abordar os detalhes de cada um. Confira:

  • Transporte de Carga Geral; Transporte de Encomendas; Transporte de Mudanças; Transporte de Cargas Perigosas; Transporte de Cargas Frigoríficas; Transporte de Grande Porte; Transporte de Produtos Farmacêuticos; Transporte de Carga Completa e Transporte de Cargas Fracionadas.

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Publicado em 05 de Junho de 2018

O POTENCIAL EÓLICO BRASILEIRO

Você sabe o que é potencial eólico? É a produção de energia gerada pelo vento, por meio de aerogeradores, em formato de catavento e posicionadas em locais abertos. O movimento destas turbinas automaticamente produz energia elétrica. Para um leigo, talvez não seja fácil mensurar tamanha importância deste mecanismo para uma população. E hoje, vamos abordar neste artigo o potencial eólico brasileiro.

Na atualidade, apenas 2% da energia gerada no mundo origina-se deste tipo de fonte. Mas, o potencial para exploração tende a aumentar, pois a capacidade eólica mundial é de cerca de 400 GW (Gigawatts). Para se ter um parâmetro, o país que mais produz é a China, aproximadamente 150 mil megawatts por ano, enquanto o Brasil, está próximo dos 10 mil megawatts.

Em meados de 2012, os brasileiros ocupavam o 15º lugar em produção mundial, atualmente, encontram-se na 8º colocação. Segundo a ABEEólica (Associação Brasileira de Energia Eólica), em fevereiro de 2018, confirmou que o Brasil possui capacidade instalada de geração de 13 gigawatts, sendo um total de 518 parques eólicos.

A fonte informa que em média, 18 milhões de residências são abastecidas mensalmente, essa energia produzida é capaz de abastecer cerca de 10% do país ou 60% da região nordeste. E não para por aí, está em construção 252 parques eólicos, aumentando em mais 4,8 GWs de potência, para serem entregues até 2023, levando o setor para próximo da marca de 18 GW.

As torres de catavento estão distribuídas ao longo do território nacional, nos estados do Ceará, Pernambuco, Bahia, São Paulo e Santa Catarina. As melhores regiões do país para futuras instalações de parques eólicos são encontradas no litoral.

Confira abaixo os principais parques eólicos em funcionamento no Brasil:

  • Complexo Eólico Alto Sertão I  

Inaugurado em junho de 2012, o complexo pertence a empresa Renova Energia e teve o investimento de 1,2 bilhão de reais. Localizado no semiárido baiano, é o maior parque gerador de energia eólica do Brasil e também da América Latina. As 184 torres geram 294 megawatts de energia (cerca de 30% de toda energia eólica gerada no Brasil).

  •  Parque Eólico de Osório

Encontra-se no município gaúcho de Osório, é o segundo maior centro de geração de energia eólica no Brasil (em 2011). Possui a capacidade instalada de 150 megawatts.

  •  Usina de Energia Eólica de Praia Formosa

Localizada na cidade de Camocim, Ceará, possui a capacidade instalada de 104 megawatts.

  • Parque Eólico Alegria

Situada na cidade de Guamaré, Rio Grande do Norte, possui a capacidade instalada de 51 megawatts.

  •  Parque Eólico Delta do Parnaíba - CGE Delta 1 (Piauí)

Possui capacidade instalada de 70 megawatts.

  •  Parque Eólico do Rio de Fogo

Na cidade de Rio do Fogo, em Rio Grande do Norte, possui capacidade instalada de 41 megawatts.

  •  Parque Eólico Eco Energy

Localizada na cidade de Beberibe, Ceará, possui capacidade instalada de 25 megawatts.

  •  Complexo Eólico Ventos de Santa Joana

Instalado no estado do Piauí e possui capacidade de geração de 439 MW.

Curiosidade

No dia 15 de junho é comemorado o Dia Mundial do Vento e também o Dia Internacional da Energia Eólica e, caso o Brasil confirme essa expansão nos próximos anos irá superar Itaipu, a maior hidrelétrica binacional do país, sem considerar os novos leilões que estão por vir. 

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Publicado em 24 de Maio de 2018

Planejamento e Qualidade: recomendações para uma boa locação de guindastes

Quando o assunto é movimentação de cargas pesadas, a locação de guindastes é uma das mais viáveis alternativas, afinal, basta contratar uma empresa que atenda todas as normas de elevação e movimentação com base nas leis vigentes.

O processo de locação deve ser feito corretamente e de acordo com um Plano de Rigging, afinal, um único erro pode comprometer a obra, ou, em casos mais graves, causar um prejuízo ou morte de alguém. Por isso, no post de hoje você confere quais são as recomendações para uma boa locação de guindastes.

 

O que é um Plano de Rigging?

Este documento viabiliza toda a movimentação e elevação de cargas pesadas em ambientes diferenciados. Nele, encontra-se todo o planejamento detalhado onde é definido como será feito todo o processo, incluindo o estudo dos riscos, qualidade do solo, direções do vento, etc.

Para a criação deste plano, é indispensável uma equipe de profissionais completamente capacitados, habilitados e experientes, sendo eles engenheiros e riggers (profissional especializado no transporte de cargas). Através dos conhecimentos técnicos desses profissionais, é possível realizar um plano adequado para cada situação.

 

Testes

Na fase de testes, é feita uma avaliação precisa de como encontra-se o solo onde será feito o serviço e, também são coletadas todas as informações necessárias que podem ajudar os profissionais que estão envolvidos no processo.

 

Escolha do modelo de guindaste

Feito os passos acima, chegou a hora de escolher o modelo que mais se adequa a situação. Existem modelos específicos para terrenos planos, acidentados, içamento de cargas pesadas, muito pesadas, medianas, etc.

 

Avalie a empresa e o equipamento

Sem dúvida alguma esse é um dos passos mais importantes, pois chegou a hora de escolher a empresa de locação. Não deixe de investigar seu histórico de serviços, as recomendações e, principalmente, a qualidade dos equipamentos.

Todo equipamento deve conter uma planilha de manutenções, onde é discriminado quais foram as manutenções feitas e a situação das peças. Além disso, o mesmo deve estar de acordo com as normas e leis vigentes.

Prontinho, agora só fazer a escolha correta e dar início a sua obra. Lembre-se que o Grupo Transmáquinas é referência quando o assunto é locação de equipamentos de elevação. Possuímos diversos especialistas e modelos de equipamentos que se adequam para cada tipo de situação.

 

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